Como se preparar para ameaças de grande porte como epidemias e pandemias

Vez ou outra os Gestores de Segurança e Risco se veem desafiados por ameaças externas maiores que sua alçada corporativa. Neste momento o mundo se vê às voltas com uma provável epidemia (com potencial de se tornar uma pandemia) em torno do vírus chinês CORONAVIRUS (nCoV 2019) que já deixou um rastro de mortes no território Chinês, com mais de 900 mortos e atinge outros países, vizinhos ou não (https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2020/02/10/china-tem-909-mortes-por-coronavirus-e-mais-de-40-mil-casos-confirmados.ghtml). Esse não é que nos preocupa! Distantes mais de 16.600 Km, qual a possibilidade de sermos alcançados por essa ameaça? Essa é apenas a primeira resposta que você, como Gestor de Segurança e/ou Riscos terá que responder aos seus Diretores.

Hoje sabemos que a China é de longe a maior fornecedora de produtos ou peças e partes do planeta, com sua mão de obra qualificada e de baixo custo. Em semanas, o agravamento dessa epidemia em território chinês poderá deixar sem peças e partes estoques de empresas espalhadas pelo mundo todo. Aqui no Brasil já temos notícias de que há estoques para apenas mais uma semana, até porque hoje não há política corporativa para se manter grandes estoques de ativos (PEPS, UEPS, Custo Médio, Just In Time, Curva ABC, Preço Específico e outras). Sendo assim, tudo depende de uma rede logística altamente engrenada e a prova de erros. O que acontece de fato!

Mas e se a ameaça atravessar o Oceano Atlântico e chegar de navio ou avião até nosso país? Essa seja talvez a segunda pergunta que você terá que responder em ambiente corporativo.

Bom, para isso devemos ter nosso Plano de Continuidade de Negócios atualizado para esse tipo de ameaça. Não é nada novo. Você já passou por isso por ocasião do surto de HIV (AIDS) em 1981 e somente em 2018 tivemos os surtos de Febre Amarela, Dengue, Zika e Chikungunya, Hepatite A, Sífilis, Gripe Influenza, Sarampo e outros (de acordo com a fonte https://saude.abril.com.br/medicina/6-infeccoes-que-ameacam-o-brasil-em-2018/).

O que devemos considerar em nosso Plano de Continuidade de Negócios? Na verdade, o Gestor de Segurança deverá responder a si mesmo algumas perguntas lógicas, como:

PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

  1. Qual a Ameaça: Epidemia Regional ou Pandemia Mundial
  2. Como a ameaça pode nos atingir: o risco da ameaça pode chegar até nossa empresa através das pessoas, através de produtos importados, através das embalagens utilizadas, contato físico, pelo ar, outras? Dessa resposta poderemos responder a pergunta seguinte e mensurar seu impacto na operação.
  3. Áreas ameaçadas na empresa: definir quais áreas ou setores poderão sofrer com a ameaça. Deve-se considerar que muitos dos leitores trabalham com um efetivo alto de terceiros, cujo controle, por vezes é menos eficaz em sua fonte. Vejamos o exemplo de caminhoneiros autônomos (ou não), que realizam operações sem exclusividade para o embarcador e por isso, percorrem diferentes regiões do país, tendo as mais variadas exposições possíveis, se a ameaça for interna.
  4. Pontos Sensíveis ou Áreas Vitais da empresa: como ponto sensível, deve-se entender aqueles que não podem ser operados em sistema de Home Office.  Neste caso, as empresas com grandes operações em Supply Chain estão expostas aos exemplos no item anterior dos motoristas de caminhões, estivadores, corpo de segurança e outro.
  5. Sistema de proteção e isolamento dos pontos sensíveis: uma vez identificado dentro do sistema empresarial seus pontos sensíveis, deve-se realizar o planejamento de como isolar os pontos e as pessoas que nele são imprescindíveis ao funcionamento. A entrada do pessoal de trabalho, o transporte, a imunização, o sistema de circulação de ar (de negativo para positivo), sistema de alimentação, períodos de folga, viagens ao exterior ou áreas contaminadas
  6. Pessoal imprescindível para que o negócio permaneça operativo: pode ser que em determinado nível da ameaça haja a necessidade de se contar somente com pessoal realmente necessário para que a empresa não sofra com prejuízos que ultrapassam os previstos em seu Plano de Recuperação. Podem ser altos-fornos, links de comunicação, centros cirúrgicos, Centrais de monitoramento, rondas e outros.
  7. Como poderemos compartimentar esses setores vitais: tendo sido definido as Áreas Vitais da empresa, como poderemos compartimentar a área física e o pessoal? Quais entradas alternativas temos? Quais equipamentos de prevenção e checagem deveremos ter ao longo de sua rota (medições térmicas, biológicas, brigadistas, enfermeiros e/ou médicos, seguranças, etc).
  8. Mudança de rotinas empresariais: Quais mudanças de rotinas serão necessárias? Locais de refeições, banheiros (dependendo do número de operadores terá que haver masculino e feminino), como será trazida as refeições para o local, como será limpo o local (equipes de limpeza ou os próprios funcionários?).
  9. Tempo do Período de Exceção: Desta resposta, que não cabe obviamente de forma isolada ao Gestor de Segurança, será dado início ao Plano de Recuperação da empresa. Assim, além do monitoramento sistêmico da imprensa, a empresa deverá contar com um corpo de profissionais para a avaliação de toda crise, que pode/deve ser seu Comitê de Crises. Durante esse tempo deverá ser confeccionado de forma conjunta o Relatório Preliminar de Perigo.
  10. Tempo do Período de Transição: esse período é o de volta à normalidade, momento em que os efeitos da ameaça começam a dar sinais de estabilidade, controle e /ou diminuição. Durante esse tempo deverá ser elaborado o Relatório Final de Perigo, circunstanciado, de todo o Período de Exceção, que será a condensação dos Relatórios Preliminares de Perigo.

Finalizando, devemos então atentar para mais uma importante pergunta: E se tudo falhar e ultrapassar a previsão de nossas projeções ou prospecções? Se não houver efetivos de vigilância para compor a segurança mínima da empresa? Se a produção perder grande número de efetivo que comprometa a segurança e os objetivos da empresa? E se importantes Diretores forem atingidos e ficarem fora de combate? E se disso evoluir para uma grande convulsão social?

Obviamente que todas essas perguntas não terão respostas agradáveis aos ouvidos e apesar de improváveis ou de baixa probabilidade, são riscos potenciais que não devem ser deixados fora de seus estudos e avaliações futuras em seu Plano de Continuidade de Negócios.

Gutemberg Felipe Martins da Silva
Núcleo de Inteligência

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Suspeitos de roubar caminhão e sequestrar duas pessoas são detidos em Jundiaí

Três homens foram detidos suspeitos de roubar um caminhão com carga de carne e sequestrar duas pessoas, na manhã desta sexta-feira (19), em Jundiaí (SP).

A Guarda Municipal recebeu um aviso de que um carro com uma placa furtada havia entrado na cidade por volta das 6h40. Em seguida, foram atrás do veículo na Avenida Antônio Frederico Ozanan e fizeram a abordagem.

No carro estavam quatro pessoas, sendo duas vítimas e dois criminosos. Os bandidos confessaram que praticavam roubo de carga e disseram que abordaram o caminhão no qual as vítimas estavam na Rodovia Anhanguera, sentido São Paulo, usando um simulacro de arma de fogo.

Eles também contaram que estavam com outros criminosos, que seguiram com o caminhão carregado com carne. De acordo com a Polícia Civil, são seis envolvidos. O veículo ainda não foi localizado.

Um dos bandidos ainda indicou um endereço no Jardim Novo Mundo, em Várzea Paulista (SP). A casa está no nome de um dos suspeitos que está com o caminhão roubado.

No local os policiais encontraram uma carga de cerca de 20 caixas com produtos alimentícios que haviam sido roubados anteriormente.

Em seguida, a equipe foi para um segundo endereço na Vila Nambi, em Jundiaí, que também foi passado pelo suspeito detido.

Fonte: G1

Polícia reabre inquérito para apurar roubo milionário de carga de celulares em Viracopos

A Polícia Civil reabriu o inquérito para apurar o roubo de uma carga de celulares avaliada em R$ 3,9 milhões, no Aeroporto Internacional de Viracopos, em outubro de 2012.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), a investigação foi retomada após a suspeita de que um dos homens presos por conta de um assalto a banco em Uberaba (MG) no mês de junho estava envolvido no crime.

O objetivo da Polícia Civil é apurar se mais pessoas participaram do roubo no terminal de Campinas (SP) há sete anos.

O caso foi investigado pela Delegacia de Viracopos e o inquérito foi relatado em 2016 com o indiciamento de um suspeito por roubo qualificado. “Todas as circunstâncias serão analisadas pela equipe de investigação”, diz a nota da pasta estadual.

O roubo

No dia 23 de outubro de 2012, um grupo armado com metralhadoras e pistolas invadiu o aeroporto e roubou uma carga de produtos da fabricante Apple avaliada em R$ 3,9 milhões.

À época, a Polícia Civil informou que oito funcionários e vigilantes do galpão da companhia aérea TAM Cargo foram rendidos durante a ação, antes dos ladrões fugirem com 12 lotes carregados de iPhones e iPads.

Fonte: G1

Irmãos são presos suspeitos de participar de quadrilha de roubo de carga que atuava em Vassouras

Dois homens foram presos por crime de roubo na manhã desta sexta-feira (19). Segundo a Polícia Civil de Vassouras, eles fazem parte de uma quadrilha especializada em roubo de cargas de remédio. Eles foram localizados em Campinas, no interior de São Paulo.

As investigações começaram em abril, quando o motorista de um caminhão foi até a delegacia alegando ter sido abordado na BR-393 (Rodovia Lúcio Meira), próximo ao distrito de Massambará. Segundo ele, os criminosos levaram a carga, avaliada em R$ 1,3 milhão e abandonaram o veículo.

Os policiais entraram em contato com seguradora, que informou que o baú e a carga eram monitorados, porém a polícia constatou que o equipamento, que deveria fazer o monitoramento, tinha sido removido antes mesmo da abordagem dos suspeitos.

Dias depois, a polícia de Campinas entrou em contato com a DP de Vassouras informando que havia recuperado uma carga que tinha sido roubada no município. O que chamou a atenção dos policiais foi que um dos suspeitos, apontado como integrante da quadrilha era irmão do motorista do caminhão roubado.

Um mandado de prisão foi expedido e os agentes foram até o município paulista e conseguiram localizar o homem que dirigia o veículo e o irmão dele. Eles estavam em uma casa no bairro Brasilândia. A ação contou com o apoio de agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais de Campinas.

Os homens foram levados para a delegacia de Vassouras, onde vão prestar depoimento. Os outros envolvidos ainda não foram identificados. O caso continua sob investigação.

Fonte: G1

Governo lançará app para caminhoneiro calcular frete em cada viagem

Caminhoneiros autônomos, categoria que parou o país em uma greve contra o aumento do óleo diesel em maio de 2018, contarão com um aplicativo de celular para que possam calcular o valor do frete rodoviário em cada viagem, a partir dos novos parâmetros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O recurso tecnológico foi desenvolvido pela estatal Serpro, a pedido do Ministério da Infraestrutura. A última versão do app foi apresentada aos representantes dos caminhoneiros, das transportadoras e do setor produtivo que se reuniram com integrantes do governo na semana passada no “Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Carga”.

O aplicativo de celular será disponibilizado de forma gratuita nas lojas virtuais. A ideia é permitir que os caminhoneiros saibam o valor mínimo (piso) que poderão cobrar em cada viagem ao fornecer informações sobre valor de pedágio, previsão de parada e pernoite, entre outras.

O governo deve lançar o aplicativo após a publicação da nova tabela de frete, o que está previsto para sexta-feira (19). Na tarde desta terça-feira, a diretoria do órgão deve aprovar resolução com os novos parâmetros de cálculos elaborados pelo grupo de pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).

Fonte: G1

Sem manutenção, infraestrutura do país é corroída pelo tempo

Durante anos, o trecho ferroviário entre Santos e Cajati, no Vale do Ribeira, foi usado como importante corredor para o transporte de carga e de passageiros. Com o decorrer dos anos, a falta de manutenção – e a desativação do ramal – devastou os trilhos. O mato tomou conta da ferrovia, os dormentes apodreceram e os vagões abandonados estão sendo corroído pela ferrugem. Na BR-010, no Pará, o cenário é semelhante, com a diferença de que a estrada está em operação. Crateras no acostamento e a má qualidade do pavimento ameaçam a vida dos motoristas que passam por ali – resultado da falta de manutenção da rodovia.

Os dois exemplos são prática comum Brasil afora. Nos últimos anos, o País não só tem investido menos que o necessário para expandir a infraestrutura como não consegue manter os ativos existentes. O resultado é a deterioração de rodovias, ferrovias, pontes, viadutos, sistema de transporte urbano e saneamento básico.
Estudo do economista, Claudio Frischtak, presidente da consultoria InterB, mostra que o estoque de tudo que já foi investido em infraestrutura despencou de quase 60% do Produto Interno Bruto (PIB) na década de 80 para 36,3% no ano passado. Na prática, esses números indicam que os ativos estão se deteriorando com o baixo volume de investimentos e perdendo valor.

Segundo o trabalho, parte significativa da infraestrutura brasileira tem entre 30 e 40 anos e baixo nível de manutenção, o que se traduz em perdas de eficiência, elevado custo de operação e risco de integridade física. O razoável, diz Frischtak, seria o País alcançar a marca de 60% do PIB em estoque de infraestrutura. Em países com economia mais madura o porcentual varia entre 65% e 85% do PIB.

Saneamento

“Não estamos falando em investir para chegar ao nível de Japão e Finlândia. Estamos falando em investir na cobertura de serviços básicos como água e esgoto”, diz o economista. Pelos dados de Frischtak, entre 2001 e 2017, o Brasil investiu, em média, 0,18% do PIB em saneamento enquanto o ideal seria 0,45% ao ano. Esse hiato de investimento se reflete em números alarmantes: atualmente, 100 milhões de brasileiros não têm acesso a rede de esgoto e 35 milhões não são abastecidos com água potável. “Há uma carência muito grande de investimentos e ainda assim não vemos nada muito significativo sendo feito. É muito preocupante”, diz Marina Aidar, advogada do escritório Vieira Resende.

Além de a expansão desses serviços serem lentos, a estrutura atual não recebe manutenção adequada. Uma pesquisa recente do Instituto Trata Brasil mostra que 38,3% de toda água potável, tratada e pronta para ser distribuída, se perde pelo caminho especialmente por causa de vazamentos e dos chamados “gatos”. “Com a falta de investimentos, o sistema envelhece e o volume de vazamento aumenta”, afirma o sócio da GO Associados Pedro Scazufca, consultor técnico do estudo.

Rodovias Esquecidas. No setor de transporte, a situação segue o mesmo caminho. Entre 2001 e 2017, segundo Frischtak, o investimento médio foi de 0,67% do PIB por ano enquanto o ideal seria 2%. A pior situação é verificada nas estradas, cuja qualidade vem se deteriorando nos últimos anos por causa dos baixos investimentos. Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), com os 15 piores trechos rodoviários, exemplifica bem essa realidade.

Intitulado “Rodovias Esquecidas do Brasil”, o trabalho mostra que, nessas estradas, o investimento médio por quilômetro equivale a R$ 66,51 mil por ano enquanto a média nacional é de R$ 144,27 mil. O pior resultado foi verificado na ligação Marabá – Dom Eliseu, no Pará. Essa ligação obteve a menor parcela dos investimentos, de apenas R$ 32,19 milhões nos 14 anos considerados, entre 2004 e 2017.

“Essas rodovias recebem menos recursos que o mínimo previsto para fazer a manutenção. Por isso, não conseguem ter melhora na sua qualidade”, afirma o diretor executivo da CNT, Bruno Batista. Segundo ele, um dos principais problema é que os governos se preocupam mais em construir do que em manter os ativos. “A questão é que o investimento feito no passado está se deteriorando. Pior: a despesa gerada pela infraestrutura ruim já é maior que o investimento feito nas estradas.”

Ele se refere ao custo hospitalares e a sobrecarga na Previdência com os acidentes rodoviários. Em 2017, destaca o executivo, o Brasil investiu R$ 7,9 bilhões nas rodovias federais. O custo com os acidentes foi de R$ 11 bilhões. “Não é uma lógica muito inteligente.”

Fonte: Estadão

Polícia prende em Jacareí suspeito de integrar quadrilha de roubo de cargas

Um homem foi preso na manhã desta terça-feira (16) em Jacareí suspeito de integrar uma quadrilha de roubo de cargas. Ele foi flagrado pela polícia a bordo de um caminhão roubado na rodovia Fernão Dias.

De acordo com a PM, que fez a prisão por volta das 9h, o veículo foi encontrado na avenida Humberto de Alencar Castelo Branco. Na tentativa de abordagem ao motorista, ele parou o caminhão e tentou fugir dos policiais correndo. O suspeito foi capturado em seguida.

Aos policiais, o homem teria dito que a vítima do roubo estava em poder da quadrilha e seria liberada em Aricanduva (MG). A liberação do motorista foi confirmada em seguida com policiais mineiros.

O homem preso já tinha antecedentes criminais por roubo de cargas. Ele foi preso em flagrante e associação criminosa.

Fonte: G1

Polícia encontra centro de desmanche de veículos roubados em Peruíbe, SP

Equipes da Polícia Civil encontraram um galpão de desmanche de veículos roubados em Peruíbe, no litoral de São Paulo. No local, os policiais também prenderam um suspeito e equipamentos como ferramentas e bloqueadores de sinal, além de um caminhão roubado.

De acordo com a Polícia Civil, quatro suspeitos armados roubaram um caminhão que transportava refrigerantes em Itanhaém, na última sexta-feira (5). Após levar o veículo, os criminosos abandonaram o caminhoneiro na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, entre os dois municípios.

Durante as buscas, realizadas na noite de sexta-feira, os policiais localizaram o caminhão roubado em um galpão, no Centro de Peruíbe. Eles constataram que o veículo já estava sendo desmontado no local e encontraram bloqueadores de sinais no interior do caminhão. O equipamento geralmente é utilizado para evitar que uma carga seja rastreada.

A equipe de investigadores prendeu o proprietário do galpão, um homem de 57 anos. Além do suspeito, os policiais também apreenderam os equipamentos utilizados para o desmanche dos veículos e os bloqueadores de sinal.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Sede de Peruíbe e indiciado pelo crime de receptação. Porém, ele foi liberado após pagamento de fiança. A Polícia Civil continua investigando o caso para localizar possíveis coautores do crime.

Fonte: G1

Caminhoneiro registra roubo de carga de 45 mil litros de etanol na SP-425, em Martinópolis

Um caminhoneiro, de 33 anos, acionou a polícia e registrou um roubo de carga, em Martinópolis. Ele trafegava pela Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425) com um caminhão carregado com aproximadamente 45 mil litros de etanol, quando, por volta das 19h desta quarta-feira (3), foi abordado por bandidos armados.

A vítima contou aos policiais que conduzia o conjunto de veículos carregado com aproximadamente 45 mil litros de etanol. Ele saiu de uma usina, em Parapuã, e seguia com destino a São Paulo (SP) pela SP-425, até que sentiu uma falha no funcionamento do veículo.

Com o caminhão ainda em movimento, o motorista foi rendido por indivíduos armados que o obrigaram a parar.

Em seguida, o homem foi levado para a parte de trás da cabine e, tempos depois, foi mantido refém em um matagal, onde permaneceu por horas.

Após ser libertado, por volta da 0h30 desta quinta-feira (4), caminhou até a Penitenciária de Martinópolis, onde conseguiu acionar a Polícia Militar Rodoviária.

A equipe, com apoio do policiamento de área da PM de Martinópolis, realizou patrulhamento nas imediações e às 2h30 localizou o conjunto de veículos abandonado no km 407 da SP-425 quilômetro.

O veículo estava sem a carga, com as portas abertas e as chaves no contato.

O caso foi apresentado na Delegacia da Polícia Civil e deve ser investigado.

Fonte: G1

Bandidos libertam reféns de restaurante após balear dois policiais com tiros de fuzil no interior de SP

Criminosos que fizeram reféns em um restaurante que fica às margens da rodovia SP-79, em Piedade (SP), libertaram as 11 vítimas na tarde desta terça-feira (9) após quase três horas de negociação com a polícia.

O grupo de seis homens rendeu as pessoas após balearem dois policiais rodoviários durante uma tentativa de assalto a um caminhão na rodovia Régis Bittencourt, em Miracatu.

Equipes do Comando de Operações Especiais (COE) e do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foram até o local. O trecho entre os quilômetros 136 e 138 ficou interditado durante as negociações.

Fuga para restaurante após tentativa de assalto

De acordo com a Polícia Militar, antes de fazerem reféns no restaurante, os criminosos tentaram roubar um caminhão na manhã de terça-feira (9), na Rodovia Régis Bittencourt, em Miracatu, interior de São Paulo. Dois policiais rodoviários federais foram atingidos por tiros de fuzil após tentarem evitar o roubo.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os policiais estavam em operação no km 354 da rodovia quando perceberam que um caminhoneiro estava sofrendo uma tentativa de assalto.

Imediatamente, os policiais fizeram a abordagem, mas foram surpreendidos pelos suspeitos que portavam fuzis.

A quadrilha disparou contra os policiais e dois ficaram feridos. Um agente foi alvejado na perna e outro foi atingido de raspão.

Segundo informações preliminares, os criminosos fazem parte de uma quadrilha de roubo de cargas. Os carros que eles usavam têm placas de Guarulhos, Barueri e Santa Bárbara D’oeste.

Ainda de acordo com a polícia, na sequência eles entraram no posto, em Piedade, e renderam pessoas que estavam dentro do restaurante. Policiais cercaram o local com ajuda do helicóptero Águia da PM.

Com o grupo foram recolhidos seis coletes, três fuzis, duas pistolas, onze carregadores e grande quantidade de munição. Já os celulares e os documentos dos ladrões foram encontrados queimados.

“Tudo leva a crer que era uma quadrilha que agia em roubo de carga e aqui tivemos as condições de prendê-los depois de uma longa negociação”, explica o tenente coronel da PM Vanclei.

Fonte: G1